Acompanhamento no pós-parto, na sua casa, em Belo Horizonte
As primeiras semanas em casa são o período de maior vulnerabilidade e de menor assistência. Eu vou até você: avalio a sua recuperação, avalio o bebê e organizo a rotina com você — sem que precise sair de casa com um recém-nascido.

Foco e Segurança
O período mais desassistido
A gestação tem consultas mensais; o parto tem equipe. Depois que a porta de casa fecha, o acompanhamento praticamente acaba — justo quando aparecem as dúvidas e as intercorrências mais comuns.
Avaliação de mãe e bebê na mesma visita
Não é visita social. Avalio sua recuperação física e emocional e avalio o recém-nascido, com os mesmos critérios clínicos de uma consulta — no seu ambiente, com o seu apoio presente.
Continuidade, não pontos soltos
As visitas são planejadas em conjunto e se ajustam ao que aparece. Entre elas, você tem canal aberto para dúvidas que não podem esperar a próxima.
O que avalio em você
- Involução uterina, lóquios e sinais de sangramento fora do esperado.
- Cicatrização: períneo, laceração ou episiotomia; incisão de cesárea.
- Mamas: apojadura, ingurgitamento, fissuras, sinais de mastite.
- Dor, sono, alimentação e sinais de sobrecarga.
- Rastreio de sinais de depressão e de ansiedade pós-parto, com encaminhamento quando indicado.
- Sinais de alerta que exigem procurar atendimento no mesmo dia.
O que avalio no bebê
- Peso, ganho ponderal e hidratação.
- Icterícia: quando é esperada e quando merece avaliação.
- Coto umbilical, eliminações e padrão de sono e mamadas.
- Dinâmica da mamada: pega, sucção, posicionamento e avaliação do freio lingual.
- Reflexos e sinais de normalidade do recém-nascido.
- Sinais de alerta neonatais que exigem pediatra ou pronto-socorro.
O que organizamos juntas
- A rotina possível: mamadas, sono e divisão de tarefas com quem está em casa.
- Manejo prático da amamentação, resolvendo o que estiver doendo.
- Banho, troca e manuseio do bebê — com você fazendo, não só assistindo.
- Como e quando pedir ajuda, e a quem recorrer em cada situação.
Quando começar
Não existe momento único, mas há janelas em que a visita rende mais:
- Nos primeiros dias após a alta, quando a apojadura chega e a amamentação se estabelece.
- Na primeira semana, se houver dor para amamentar ou dúvida sobre o ganho de peso do bebê.
- A qualquer momento do primeiro mês, se a sensação for de estar sem chão.
- Após cesárea, com atenção à cicatriz e à mobilidade.
Você não precisa atravessar o quarto trimestre sozinha
Uma avaliação em casa, no momento certo, resolve o que semanas de internet e opiniões contraditórias não resolvem.
Agendar visita domiciliarPerguntas sobre este serviço
Quando devo marcar a primeira visita no pós-parto?
Os primeiros dias após a alta costumam ser o melhor momento: é quando a apojadura chega, a amamentação se estabelece e aparecem as dúvidas sobre o ganho de peso do bebê. Mas a visita faz sentido em qualquer momento do primeiro mês — e mesmo depois, se algo não estiver bem.
Você atende quem teve cesárea?
Sim. No pós-cesárea há pontos específicos de atenção: avaliação da incisão, controle da dor, orientação sobre mobilidade e posições de amamentação que não pressionam a cicatriz. A recuperação é diferente, e o acompanhamento também.
Quantas visitas costumam ser necessárias?
Depende do que aparece. Muitas famílias resolvem o essencial em uma ou duas visitas; outras preferem acompanhamento ao longo do primeiro mês, sobretudo quando há dificuldade na amamentação ou dúvida sobre o ganho de peso. O plano é combinado com você, e não vendido em pacote fechado.
A visita domiciliar substitui a consulta do pediatra ou a revisão com o obstetra?
Não. O acompanhamento no pós-parto é complementar: eu avalio, oriento e identifico sinais que merecem atenção — e encaminho quando é o caso. As consultas de revisão com o seu obstetra e as do pediatra continuam necessárias.
Vocês avaliam também sinais de depressão pós-parto?
Faço rastreio dos sinais de tristeza materna, ansiedade e sobrecarga, que são muito frequentes e pouco perguntados. Quando há indicativo de depressão pós-parto, encaminho para avaliação especializada — o diagnóstico e o tratamento são de outro profissional.
Em quais regiões você faz atendimento domiciliar no pós-parto?
Belo Horizonte e Região Metropolitana, incluindo Nova Lima, Contagem e Betim. A disponibilidade e o deslocamento variam conforme a região — o ideal é combinar ainda na gestação ou logo após o nascimento.
Atendimento em Belo Horizonte — Savassi, Lourdes, Funcionários, Serra, Cruzeiro, Santo Agostinho, Buritis, Belvedere, Mangabeiras e Região Metropolitana (Contagem, Betim, Nova Lima).
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